A mídia tem divulgado nos últimos meses que a queda da taxa Selic é a maior nos últimos 20 anos. Nunca a taxa Selic que serve de base para remunerar os investimentos esteve tão baixa.
Por conta disso as aplicações financeiras tradicionais perdem espaço beneficiando o mercado imobiliário que já desponta como o melhor e mais seguro investimento para os próximos anos.
Entenda porque!
Com a queda da taxa Selic, caem os juros oferecidos pelo sistema bancário, tornando investimentos referenciados pela Selic pouco rentáveis, podendo inclusive apresentarem resultados negativos em um dado momento.
As pessoas começam a buscar alternativas mais rentáveis do que os tradicionais CDBs, CDIs, Letras do Tesouro, poupança e outros com base na taxa oficial a fim de aumentarem sua renda ou manterem o capital investido.
A taxa Selic, arrastada pela queda da inflação e pela perspectiva de retomada ainda que gradual da economia, deverá seguir sua trajetória de queda devendo encerrar o ano abaixo dos 4,5% segundo sinaliza o COPOM.
Como resultado, dentre as alternativas com maior rentabilidade potencial estão a compra de ações através de corretoras de valores, a abertura de negócios e a AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS que pode gerar a renda almejada e até o aumento do capital investido.
O investimento na compra de imóveis com o objetivo de auferir renda e aumentar o patrimônio é o único que oferece garantia real para o investidor, comparado com as demais modalidades de investimento, visto que assegura a propriedade e a posse do imóvel ficando assim o investidor imune à perda do seu patrimônio.
Neste cenário de juros baixos, que deverão permanecer pelos próximos anos, a procura por oportunidades na aquisição de imóveis vem crescendo rapidamente a qual, frente a oferta que não cresce na mesma velocidade, tem feito os preços dos imóveis subirem rapidamente.
Outro fator importante neste contexto de juros baixos é a reforma da Previdência que, dentre outras reformas previstas pelo Governo, deverá estimular os investimentos das empresas, valorizando suas ações e atraindo o capital externo. A consequente entrada no Brasil de grandes volumes de moeda estrangeira tende a fazer cair o câmbio puxando pra baixo também os investimentos referenciados no dólar.